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História

 

 

 

 

 

 
  

 

A Segunda Guerra Mundial envolve toda a indústria aeronáutica. O desenvolvimento tecnológico acelerado transforma para sempre a aviação. Os pioneiros a dominar a propulsão a jato são os alemães. Surgem os primeiros aviões militares a  turbina,

como o Arado 234, o Henkel e o Me262. Apesar de os alemães estarem tecnologicamente mais avançados, a vitória do conflito foi dos Aliados.

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Em 20 de janeiro de 1941, foi criada a Força Aérea Brasileira e também o Ministério da Aeronáutica, cujo primeiro titular foi o civil gaúcho Joaquim P. Salgado Filho.

Enquanto isso, a Real Aerovias cruzava os céus do Brasil e do mundo de 1946 a 1961. Lineu Gomes, um ex-piloto da Vasp foi seu fundador. A Real era baseada em São Paulo e iniciou operações em fevereiro de 1946, em rotas domésticas, com o DC-3, como vemos no anúncio de Aviação em Revista, da edição de junho daquele mesmo ano.

A Real cresceu e incorporou muitas companhias aéreas brasileiras, a fim de expandir suas rotas, como a Linhas Aéreas Wright, Linhas Aéreas Natal e Linha Aérea Transcontinental Brasileira. Em 1954, acabou por incorporar a Aerovias Brasil e assim, ganhou o nome pela qual é até hoje lembrada: Real Aerovias. 

A Real foi uma das maiores transportadoras aéreas nacionais e operou a maior frota de DC-3 no Brasil. O atual diretor do Conselho Editorial de Aviação em Revista, Ernesto Klotzel, foi “flight engineer” da Real, voando nos Super Constellation, nas décadas de 50 e 60. A Real acabou sendo incorporada pela Varig, em 1961, ano em que encerrou as atividades.